Existem diversos tipos de aquecedores de ambiente, são eles: aquecedor a resistência, termoventiladores, aquecedor a óleo, aquecedor termocerâmico e aquecedor a gás. Apesar de ter a mesma funcionalidade, cada aquecedor de ambiente possui um sistema exclusivo.

Conheça a diferença entre os aquecedores:

  • Aquecedor Halogênio Oscilante:

    Por ser oscilante, se movimenta de um lado para outro garantindo uma boa distribuição do calor.

    As lâmpadas de halogênio garantem o ótimo funcionamento do aquecedor, além de ser econômicas e possuírem uma grande durabilidade.

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    Imagem Aquecedor Halogênio Oscilante
  • Termoventiladores:

    Funciona com aquecimento a resistência também, porém possuem um ventilador acoplado, que melhora a eficiência do aquecedor portátil. São bem leves e aquecem rapidamente o ambiente.

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    Imagem Termoventiladores
  • Aquecedor a Óleo:

    É o tipo de aquecedor mais utilizado, pois possui muitas vantagens. Não ressecam o ar, são rápidos e totalmente silenciosos. Pode ser um aquecedor portátil ou fixo. A vantagem do óleo é que ele mantém a temperatura do ambiente aquecida por muito mais tempo, aumentando o seu conforto.

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    Imagem Aquecedor a Óleo
  • Aquecedor Termocerâmico:

    É o aquecedor de ambiente mais versátil. Por ser um aquecedor portátil pode ser colocado em qualquer lugar do cômodo. A cerâmica também possui muitas facilidades, pois ela esquenta rapidamente e não ultrapassa a temperatura desejada, devido a sua composição. Isso ajuda a economizar energia, além de promover um aquecimento mais equilibrado.

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    Imagem Aquecedor Termocerâmico
  • Aquecedor Elétrico:

    O aquecedor elétrico possui um sistema duplo de circulação de ar quente e frio. Uma resistência, com potência variada, aquece o ar de forma uniforme e rapidamente. Outra vantagem do aquecedor elétrico é seu pequeno porte e leveza, facilitando sua portabilidade.

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    Imagem Aquecedor Elétrico

Como se pode perceber, cada modelo de aquecedor de ambiente tem as suas características específicas, tanto pelo método quanto pelas funcionalidades. A maioria deles são aquecedores portáteis e, por isso, são os que possuem as melhores vantagens, por não precisar de instalação, de manutenção frequente e nem de obras para passar tubos. Além disso, o aquecedor portátil pode ser utilizado em qualquer cômodo, e possuem diversos dispositivos de segurança.

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Destinos Românticos

Frio, vinhos e atrações naturais: tudo em uma só viagem

  • Serra Gaúcha

    Frio, vinhos e atrações naturais: tudo em uma só viagem

    • Foto Serra Gaúcha 1
    • Foto Serra Gaúcha 2
    • Foto Serra Gaúcha 3
    Gramado

    Juntar frio, arquitetura inspirada na Bavária, pousadas charmosas e restaurantes com lareira é a mistura perfeita para o romantismo. Ainda assim, Gramado tem atrações para a família toda. No Mini Mundo, há réplicas de monumentos em escala 24 vezes menor que a original. Crianças mais novas vão se divertir na Aldeia do Papai-Noel e com os bichos do Gramado Zoo. Em agosto, celebridades, fotógrafos e caçadores de autóautógrafos invadem a cidade durante o Festival de Cinema. No final do ano, Gramado se enfeita para o Natal Luz, com apresentação de corais e desfiles de carros alegóricos.

    Canela

    Atrações naturais não faltam – a começar pela Cascata do Caracol, que, com seus 131 m, é a mais conhecida do estado. Somente quem está com o fôlego em dia encara a escadaria de 750 degraus até sua base. Para liberar adrenalina, o Parque da Cachoeira promove atividades radicais e, no Alpen Park, a descida de trenó é um programa singular. Quer um cenário digno daqueles quebra-cabeças com trocentas peças? Confira o cânion em formato de ferradura no Rio Caí.

    Bento Gonçalves

    Uma volta pelos 30 km do Vale dos Vinhedos mostra o suprassumo de Bento Gonçalves: praticamente a cada curva surge uma vinícola para se conhecer a produção e provar os vinhos. A visita fica mais divertida entre janeiro e março, quando os parreirais estão cheios e é realizada a colheita. Cansou de vinho? Conheça o encantador roteiro Caminhos de Pedra, feito numa estradinha rural de 7 km, com 28 casas da época da imigração italiana, construídas com madeira e pedra.

  • Vale do Itajaí e Serra Catarinense

    Entre construções enxaimel e temperaturas abaixo de zero, um roteiro com o que o interior de Santa Catarina tem de melhor

    • Foto Vale do Itajaí e Serra Catarinense 1
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    Vale do Itajaí

    Adeptos de esportes radicais têm na região, um autêntico parque de diversões. Timbó é a cidade mais estruturada, mas as melhores atrações ficam nos municípios vizinhos. O rafting do Rio Itajaí-Açu, entre Ibirama e Apiúna, mistura diversão e adrenalina. Em Benedito Novo, o Salto do Zinco é um desafio para rapeleiros mais audazes: são 80 m de queda. A Cachoeira Véu de Noiva, em Doutor Pedrinho, tem grande volume de água e um poço para bons nadadores.

    Blumenau

    Assim como Pomerode, tem grande influência da imigração alemã, mas em escala um pouco menor. Construções enxaimel batem cartão nas ruas centrais. A Oktoberfest só é superada em público pela festa de Munique. Lojas e fábricas de cristais garantem um peso extra na bagagem.

    São Joaquim

    O termômetro dita o movimento da cidade. Quanto mais baixa a temperatura, maior será o número de turistas. Gente que espera ansiosamente a presença da neve, nem que seja por alguns minutos. Independentemente de estar frio ou calor, a Vinícola Villa Francioni vale a visita. Poucas vinícolas do país conseguem aliar vinhos premiados, visita completa à produção e uma bela construção. Para quem vem do litoral, a travessia da Serra do Rio do Rastro garante momentos de emoção com seus inúmeros cotovelos e mirantes.

  • Serras da Mantiqueira e da Bocaina

    Separadas pelo Vale do Paraíba, as cidades serranas são excelentes destinos para quem procura frio e aventura

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    Campos do Jordão

    Aqui não tem mistério: é só os termômetros da capital paulista baixarem para a cidade ser invadida nos fins de semana, dando origem a um formigueiro humano nas iluminadas construções alpinas da Vila Capivari. Em julho, corais e orquestras do Festival Internacional de Inverno e algumas danceterias badaladas da capital reforçam ainda mais esta cena. Há gente que chega para comer fondues, namorar vitrines, andar de mão dada, ver e ser vista ou simplesmente curtir o frio da serra.

    Penedo

    Colonizada por finlandeses, o traço deste povo está vivo nas construções com teto triangular, nas saunas de madeira presentes em qualquer pousadinha, no baile típico nas noites de sábado e na figura de papai-noel, que ganhou até uma réplica da sua casa original da Finlândia.

    Visconde de Mauá

    Formada por três vilas – Mauá, Maringá e Maromba. Casais, grupos de amigos e hippies convivem em paz neste pedaço da Mantiqueira – parte mineiro, parte fluminense – cheio de cachoeiras, araucárias, trutas e pousadinhas confortáveis. O bucólico cenário vale cada quilômetro gasto na chatinha estrada de acesso (metade feita na terra).

  • Serra Fluminense

    Cidades imperiais, construções alpinas, alta gastronomia, esportes de aventura: tudo pertinho do Rio de Janeiro

    • Foto Serra Fluminense 1
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    • Foto Serra Fluminense 3
    Petrópolis

    Multifacetada, a cidade é um destino serrano que chega próximo da perfeição. Nas arborizadas alamedas centrais, um retrato da monarquia brasileira é encontrada nos palacetes e igrejas. Antigo palácio de verão da corte, o Museu Imperial apresenta de forma primorosa o cotidiano da trupe de Dom Pedro II. Para deleite dos casais, boa gastronomia e hotéis megaconfortáveis são facilmente encontrados nos distritos de Itaipava e Araras. Quem procura aventura encontra nas curiosas formações montanhosas do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, com acesso pelo distrito de Bonfim.

    Teresópolis

    Separada de Petrópolis por uma belíssima estrada serrana, não exibe os portentosos palácios da vizinha. Mas a imensidão da Serra dos Órgãos está mais aflorada e aqui ficam a sede do parque nacional homônimo e a melhor estrutura para quem vai encarar a difícil trilha que atravessa as montanhas e termina em Petrópolis. De quase todos os lugares é possível contemplar o Pico Dedo de Deus, que curiosamente não pertence ao município. Há bons hotéis e restaurantes no caminho para Nova Friburgo.

    Nova Friburgo

    As fondues e racletes nos cardápios dos restaurantes e as construções alpinas denunciam a colonização suíça. Pequenos distritos, Lumiar e São Pedro da Serra concentram as pousadas românticas. Voltar com o carro cheio de compras é inevitável: lingeries no Centro; queijos, chocolate, mel e cosméticos na estrada para Teresópolis. Nesta mesma rodovia, visitar as singulares figuras gigantescas esculpidas em um barranco, no Jardim do Nêgo, é um passeio obrigatório.

  • Paraná

    Lugares explêndidos, natureza exuberante.

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    Foz do Iguaçu

    Os primeiros habitantes da região de Foz do Iguaçu, os índios guaranis, não podiam imaginar que ela se tornaria uma das cinco cidades mais visitadas do país. Não que eles não reconhecessem sua exuberância tanto que batizaram seu principal rio com o nome Iguaçu, que significa 'água grande'. Com toda a razão, diga-se. A cidade da tríplice fronteira (entre Brasil, Paraguai e Argentina) divide com seus vizinhos latinos duas grandiosidades: de um lado as Cataratas do Iguaçu, forte concorrente ao título de uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza, que devem ser divulgadas em 2011; de outro, a Usina Hidrelétrica de Itaipu, a maior do mundo em energia gerada, que abastece 90% do Paraguai e grande parte das capitais brasileiras.

    Antonina

    A atração mais procurada aqui é o rafting no Rio Cachoeira, mas o Centro Histórico tem alguns belos edifícios. O Carnaval é um dos mais tradicionais do Paraná, com desfiles de blocos folclóricos que têm mais de 80 anos (como o Boi do Norte e o Apinagés).

    Morretes

    Fundada por jesuítas em 1733, preserva algumas construções históricas e a fama de servir um ótimo barreado, prato típico do litoral paranaense. A partir de Curitiba, é possível chegar a Morretes pela Serra do Mar, de trem ou de carro (descendo a bela Estrada da Graciosa). Mas a opção mais prática é a BR-277.

  • Cidades Históricas de Minas

    Uma viagem pelo pedaço mais barroco do território brasileiro, com direito a uma passagem pela arte contemporânea

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    Santa Bárbara

    Montanhas com formatos de grandes rostos de perfil inspiraram o nome do Parque Natural do Caraça, a atração mais visitada da região. Fazer trilhas para o alto da serra ou para as cachoeiras, dar de cara com os mansinhos lobos-guarás ou simplesmente conhecer o antigo seminário e a neogótica Igreja N. S. Mãe dos Homens estão embutidos no preço do ingresso ao parque. Mestre Ataíde caprichou nas pinturas do interior da Igreja Matriz de Santo Antônio, uma das principais representantes do barroco brasileiro, bem no centrinho de Santa Bárbara.

    Ouro Preto

    A regra é deixar o carro parado e sair caminhando pelas ladeiras e ruazinhas de paralelepípedos. A cada passo vão surgindo coloridas casas, pontes, chafarizes e igrejas: pura e rica arquitetura barroca. Não é preciso ser um expert para perceber que a dupla Aleijadinho/Mestre Ataíde pintou e bordou na concepção da Igreja de São Francisco de Assis. Na Matriz de N. S. do Pilar, a quantidade de ouro impressiona à primeira vista. Toda a história da Inconfidência Mineira, que teve na cidade seu palco principal, é apresentada no Museu da Inconfidência e na Casa dos Contos.

    São João del Rei

    Cercada por palmeiras imperiais, a Igreja de São Francisco de Assis brilha em um Centro Histórico que perdeu o viço com o crescimento da cidade. Discute-se a autoria de Aleijadinho no projeto da portada – mas ela é belíssima, toda esculpida em pedra-sabão. Variadas peças de estanho podem ser comprados em lojas na cidade. Seguindo para Congonhas, é difícil resistir à tentação de comprar os famosos rocamboles de vário sabores, fabricados no município de Lagoa Dourada.

    Tiradentes

    Ruas calçadas com pedras, charretes, construções coloniais, igrejas barrocas, inúmeras lojinhas de artesanato, restaurantes charmosos e as montanhas da Serra de São José ao fundo. Para ser perfeito, só faltava a proibirem veículos motorizados de circular pelo Centro – Tiradentes é tão pequena que os carros não fazem a mínima diferença. O mais legal é bater pernas para encher a sacola de comprinhas, fartar-se da culinária mineira e admirar cada canto do preservado casario. Só vale pegar no volante para conhecer o artesanato do distrito de Bichinhos. Imperdível, a Igreja Matriz de Santo Antônio tem projeto da fachada e portada atribuídos a Aleijadinho. Para explorar a Serra de São José, há duas maneiras: sentado no lombo de um cavalo ou gastando a sola do calçado.

Fonte: Guia Quatro Rodas

Dicas sobre Vinhos para esquentar os dias e noites de inverno

Como é feito o vinho

  • Vinho branco

    Imagem Vinho branco

    As uvas devem ser lavadas com cuidado e o mais rápido possível após a colheita. Antes de serem levemente espremidas para a extração do sumo os talos e sementes são retirados. Após ser espremida a uva pode ser bombeada para um tanque para ser macerada, com a casca para a extração dos sabores e aromas da casca. O sumo da primeira espremida é fresco e frutado o bastante para ser usado no vinho branco. A fermentação é feita em tanques de inox ou barris de carvalho. A maioria dos vinhos brancos são engarrafados diretamente para manter o frescor.

    Frascati, Soave, Verde Riesling, Chenin Blanc Champagne Sauvignon Blanc Bordeaux Brancos Pouilly-Fumé, Sancerre Chardonnays s/ madeira, Chardonnays c/ madeira Bourgogne Grand Cru Rhône e Rioja
  • Vinho Tinto

    Imagem Vinho Tinto

    O processo é semelhante ao do vinho branco, mas a casca da uva é mantida em contato com o sumo em fermentação dando, assim, mais intensidade no sabor e na cor do vinho. A fermentação dura de 10 a 30 dias com temperatura mais alta que a dos brancos. Pode fazer parte do processo a filtragem para clarificar os vinhos. E este pode ser envelhecido em barris ou tanques antes de ser engarrafado.

    Bardolino, Beaujolais Dolcetto, Valpolicella Rioja Crianza, Bourgogne Chianti, Pinto Noir Bourgogne Côtes de Nuits Bourdeaux Cru Classe Merlot, Espanha Reserva Cab. Sauvignon, Bordeaux Rhône e Austrália (Shiraz) Amarone, Barolo
  • Espumante & Champagne

    Imagem Espumante & Champagne

    O mais famoso dos espumantes é o Champagne cujo nome é o mesmo da região de origem, França. A fermentação dupla é responsável pelas bolhas. Após a primeira fermentação simples, há uma segunda fermentação nas mesmas garrafas, inclinadas em 90 graus e giradas para levar os sedimentos até o gargalo, manualmente (remuage). Depois o sedimento é removido (dégorgement) e adicionado o licor de expedição. O champagne é envelhecido por 1 a 3 anos. Este é o método Champenoise ou Tradicional. Já no método Charmat, a segunda fermentação é feita em tanques de inox.

Pratos e vinhos

Pratos Vinhos
Escargot / Carpaccio Branco seco / Tinto médio
Consommé / Sopa Jerez
Ostras Chablis / Sancerre
Saladas sem vinagre ou limão Branco seco leve
Patê de fígado de galinha Branco seco médio
Patê de fígado de pato Tinto médio
Foie Gras Vinho branco de sobremesa / Porto
Melão com presunto Branco seco médio
Galinha Branco seco ou tinto leve / jovem
Pato Strogonoff - Tinto encorpado
Perdiz e Codorna Bourgogne tinto superior
Coq au Vin Tinto médio
Vitela Branco seco médio / tinto leve
Fígado Tinto leve
Cordeiro Cabernet Sauvignon / tinto médio
Coelho Tinto médio
Porco Branco seco / tinto leve
Churrasco Tinto jovem
Carne de Caça Tintos encorpados
Gorgonzola / Roquefort Branco de sobremesa / Porto
Parmesão / Gruyère Tinto encorpado / Jerez
Emmenthal / Brie Branco Seco / tinto médio
Muzzarela / Minas / Ricota Branco seco leve
Fondue de carne Tinto médio
Fondue de queijo Branco seco médio
Risoto Branco seco / tinto médio
Quiche Tinto leve
Comida chinesa Branco seco aromático
Camarões e lagostas Chardonnay
Lulas Branco seco médio
Bacalhau Branco com madeira
Salmão Tinto Pinot Noir
Sushi e Sashimi Champagne Brut
Linguado Branco seco médio
Paella Tinto ou branco seco médio

Aproveite as opções para aquecer seu inverno: